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    Criada em 1991, em Coimbra, por um grupo de funcionários, a ANFUP Associação Nacional dos Funcionários das Universidades Portuguesas é uma associação sem fins lucrativos e apartidária.

    Objectivos:

  • Defender a estabilidade de emprego dos funcionários e agentes da Universidade e a consolidação da relação jurídica de emprego;
  •      Contribuir para a dignificação da Instituição Universitária e para a sua plena autonomia;
  •      Dinamizar a formação profissional contínua, no sentido de contribuir para o desenvolvimento, modernização e valorização dos funcionários das Universidades;
  •      Lutar por mais e melhores condições sociais a favor dos funcionários e agentes da Universidade;
  •      Representar e defender com postura e dignidade os interesses dos associados, particularmente os de carácter profissional, social e outros.
 

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  Resumo do XXIII Encontro Nacional da ANFUP que se realizou no dia 27 de outubro de 2018


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RESUMO DO XXIII ENCONTRO NACIONAL DA ANFUP

 

Dia 27 de Outubro de 2018, que se apresentou muito ventoso e desagradável, no auditório da Associação Humanitária dos bombeiros voluntários de Sintra teve lugar o XXIII Encontro. A Direção Nacional constatando que os vários apoios sociais complementares que existem para a Administração Pública são pouco ou nada divulgados nas Universidades, decidiu que este tema seria importante para ser debatido no Encontro. A problemática da ADSE,  agora que o seu funcionamento já decorre sobre os novos moldes aprovados pelo Decreto-Lei 7/2017 de 9 de Janeiro, obriga a voltarmos a aprofundar esta temática.

O Encontro teve a participação de mais de uma centena de colegas das Universidades de: Lisboa, Nova de Lisboa, Porto, Coimbra, Algarve, Aveiro, Madeira e ISCTE.

Na sessão de abertura a Presidente da Direção Nacional, Carmelina Fernandes, manifestou a satisfação pela presença do elevado número de sócios desejando  que os trabalhos satisfaçam as expectativas dos presentes.

A apresentação do 1º tema, “Apoios Sociais disponíveis na Administração Pública” iniciou-se com a comunicação de uma representante do Cofre de Previdência dos Funcionários e Agentes do Estado, que deu uma panorâmica geral do que é o Cofre, o que faz, e, quais os apoios que disponibiliza. Seguiu-se a apresentação dos Serviços Sociais da Administração Pública a cargo do Vice Presidente da Direção Nacional, Joaquim Ferreira, que, de forma sucinta, explicou que a apresentação não visava informar toda a atividade desenvolvida pelos Serviços Sociais, mas, tão só, alertar os sócios para a existência deste tipo de apoio social complementar, porque, nas Universidades esta divulgação é feita de forma deficiente, ou, não existe de todo. Exortou os presentes a consultarem os sites destes serviços para se informarem e divulgarem essa informação junto de outros colegas. Fez referência a vários apoios e equipamentos que os Serviços Sociais colocam ao serviço dos sócios. Apresentou, ainda, alguns apoios que a Caixa de Previdência do Ministério da Educação disponibiliza, nomeadamente vários tipos de seguros e  de empréstimos e crédito à habitação, voltando a focar a necessidade de os presentes consultarem os sites para obterem informação mais pormenorizada.

No segundo tema “A ADSE situação atual e perspectivas para o futuro”, a exposição esteve a cargo do Drº Eugénio Rosa, membro do Conselho Diretivo da ADSE eleito pelos representantes dos beneficiários. Apresentou vários dados estatísticos  destacando a “captura” que a ADSE está a sofrer por parte de 5 grupos prestadores de serviços de saúde, que faturam quase 80% da despesa da ADSE, e, que persistem na atitude de não aceitarem a negociação que a ADSE tenta levar a cabo para que exista uma maior transparência na faturação dos atos médicos prestados. Lamentou, ainda,  a falta de empenho dos elementos indicados pelo Governo, no Conselho Geral e de Supervisão na ADSE, para pressionar aqueles grupos a aceitarem uma negociação efetiva. Entre os vários exemplos destacou o caso de uma prótese que num hospital é faturada por cerca de 2 mil euros e noutro atinge o valor de 22 mil euros. Vários presentes na assistência denunciaram casos pessoais onde consideram que os atos médicos cobrados podem estar desfasados dos que de facto foram prestados. Foi feito o alerta de que os beneficiários da ADSE devem ter uma postura mais ativa quando procuram um médico, e pagam o serviço por ele prestado, pois é através dos seus descontos que são pagas as totalidades das despesas.

Ficou muito por debater e esclarecer mas dado o adiantado da hora foram encerrados os trabalhos.

Na parte da tarde concluiu-se o programa com a visita ao Museu do Ar, onde pudemos observar as várias fases porque passou a aviação portuguesa, militar e civil, ao longo dos tempos. Os guias conduziram-nos, observando e explicando as aeronaves, por vários cenários da vida bélica, e não só, desde o aparecimento do avião. Finda a visita tomou-se o autocarro respetivo para o regresso à cidade de onde tínhamos partido ao início do dia.

 

Sintra, 27 de Outubro de 2018.

A Direção Nacional













 

 

 
 
 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

                       

 

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